sábado, 6 de junho de 2015
Empreendedor Self Made Man Neal Patterson
Com uma fortuna pessoal de USD 1,55 bilhões Neal Peterson e o fundador da empresa eletrônica da área médica Cerner no qual cresceu exponencialmente com a digitalização médico hospitalar. Os lucros da Cerner cresceram mais de 100% desde 2009 devido aos estímulos das leis americanas de penalizar a área de saúde que não aderirem aos prontuários eletrônicos. Neal Patterson de 64 anos fundou a Cerner em 1979.
Self Mad Man J. Joe Ricketts
Filho de um carpinteiro do Nebraska, Ricketts primeiro emprego foi assistente de zelador. Em 1975 J. Joe Ricketts fundou a corretora TD Ameritrade. Atualmente ele possui 10% da corretora. Seus filhos são os maiores acionistas do Chicago Chubs. A fortuna de J. Joe Ricketts e de USD 1,5 bilhões.
Fundador da New Balance
Jim Davis e o empreendedor bilionário da empresa de tênis de corrida New Balance no qual fundou em 1972 com USD 100.000,00. Hoje a New Balance tem um faturamento de USD 2.7 bilhões comercializando tênis, roupas e outros equipamentos de esportes. A fortuna de Jim Davis e de USD 3.3 bilhões.
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
Ranking dos Bilionários brasileiros 2013
Mudanças na lista das maiores
fortunas brasileiras: no ano passado, Eike Batista aparecia no topo da lista, com
fortuna estimada em R$ 30,26 bilhões. Neste ano, Eike aparece na 52ª posição,
com fortuna estimada em “apenas” R$ 2,95 bilhões.
O ranking completo, com os 124 bilionários brasileiros de 2013, será
divulgado na 12ª edição da Forbes Brasil.
Confira abaixo os 15 mais ricos do Brasil:
1º - Jorge Paulo Lemann
Fortuna: R$ 38,24 bilhões
Fortuna: R$ 38,24 bilhões
2º- Joseph Safra
Fortuna: R$ 33,90 bilhões
Fortuna: R$ 33,90 bilhões
3º - Antônio Ermírio de Moraes e família
Fortuna: R$ 25,68 bilhões
Fortuna: R$ 25,68 bilhões
4º - Marcel Herrmann Telles
Fortuna: R$ 19,50 bilhões
Fortuna: R$ 19,50 bilhões
5º - Roberto Irineu Marinho
Fortuna: R$ 17,28 bilhões
Fortuna: R$ 17,28 bilhões
6º - João Roberto Marinho
Fortuna: R$ 17,26 bilhões
Fortuna: R$ 17,26 bilhões
7º - José Roberto Marinho
Fortuna: R$ 17,10 bilhões
Fortuna: R$ 17,10 bilhões
8º - Carlos Alberto Sicupira
Fortuna: R$ 16,78 bilhões
Fortuna: R$ 16,78 bilhões
9º - Norberto Odebrecht e família
Fortuna: R$ 10,10 bilhões
Fortuna: R$ 10,10 bilhões
10º - Francisco Ivens de Sá Dias Branco
Fortuna: R$ 9,62 bilhões
Fortuna: R$ 9,62 bilhões
11º - Walter Faria
Fortuna: R$ 9,08 bilhões
Fortuna: R$ 9,08 bilhões
12º - Aloysio de Andrade Faria
Fortuna: R$ 8,25 bilhões
Fortuna: R$ 8,25 bilhões
13º - Abílio dos Santos Diniz
Fortuna: R$ 7,95 bilhões
Fortuna: R$ 7,95 bilhões
14º - Giancarlo Civita e família
Fortuna: R$ 7,68 bilhões
Fortuna: R$ 7,68 bilhões
15º, 16º e 17º - Renata de Camargo Nascimento, Regina de Camargo
Oliveira Pires e Rosana Camargo de Arruda Botelho
Fortuna: R$ 7,46 bilhões (cada uma)
Fortuna: R$ 7,46 bilhões (cada uma)
Bilionários donos da WEG
Mais três brasileiros entrarão para o ranking anual dos
bilionários, segundo a "Forbes". Os donos da WEG (Eggon, João da Silva, Werner Ricardo Voigt e Lilian
Werninghaus) devem integrar a lista das maiores fortunas do país no ano que
vem.
A empresa tem sede em Santa Catarina, onde produz equipamentos e
componentes eletrônicos. De acordo com a "Forbes", o valor de mercado
da WEG é estimado em R$ 19,9 bilhões (US$ 8,46 bilhões).
Juntos, Eggon João da Silva, Werner Ricardo Voigt e Lilian
Werninghaus (viúva de Geraldo Werninghaus, sócio-fundador da empresa) detêm
50,1% da WEG por meio de uma holding, a WPA Participações e Serviços. O
patrimônio de cada um deles chega a US$ 1,4 bilhão, o que os qualificaria para
o ranking da "Forbes".
A empresa não confirmou os dados sobre as fortunas de seus
donos.
sábado, 7 de dezembro de 2013
Empreendedor fica Bilionário vendendo Bugingangas
O empreendedor americano
Charlie Chanaratsopon provou que o modelo de negócios de importar produtos baratos
da Ásia e revendê-los no Estados Unidos por
um preço pelo menos três vezes maior pode mesmo ser um bom negócio. Em menos de
dez anos, o fundador da rede americana Charlie Charming
já é dono de 284 lojas de acessórios de moda, em 40 estados americanos, avaliadas pelo mercado em
mais de USD 1 bilhão de dólares. Segundo a revista Forbes, sua renda líquida já
é superior a USD 500 milhões de dólares e, até 2018, ele deve conseguir entrar para
o grupo de bilionários da revista americana.
Charlie cresceu
vendo seus pais administrarem a Silver Express, uma pequena empresa que
comprava semi-jóias de prata esterlina da Tailandia e as revendiam para grandes
lojas de varejo como o Walmart, Target, K-Mart
etc. Depois de se formar em finanças e de um curto período trabalhando em um
banco de investimentos, o empresário resolveu ajudar o pai a encontrar um novo
local para sua loja.
Convencido de que
construir um novo local seria melhor do que alugar um, supervisionou a
construção de um pequeno centro comercial. Os espaços que colocou para alugar
foram preenchidos tão rapidamente que ele resolveu investir no negócio: em dois
anos e meio, construiu sete desses complexos.
Se ele já era dono
dos espaços, por que não abrir uma loja própria? Assim surgiu a primeira
Charming Charlie, inaugurada em 2004. A proposta é simples: acessórios
estilosos imitados das grandes marcas a preços muito baixos, todos trazidos da
Ásia, principalmente da Tailândia.
As lojas Charlie
Charming vendem relógios, bolsas, óculos, lenços e até algumas peças de roupas.
Os itens são separados por cores, e não por produto. Isso incentiva os
compradores a perceberem possíveis combinações e levarem mais de uma peça. Os
preços começam em cinco dólares e raramente ultrapassam os 25. A peça mais cara
da loja é uma bolsa de mão para festas (clutch, para os escolados no dicionário
da moda), que sai por 40 dólares.
A primeira loja
foi um sucesso e, com tantos outros espaços para inaugurá-las, a expansão foi
rápida e fácil. A crise de 2008, que quebrou tantos empresários americanos, na
verdade ajudou Charlie Chanaratsopon. Os donos de terrenos estavam loucos para
vendê-los, e ninguém, além de Charlie, queria comprá-los. Além disso, baixos
preços de seus produtos vieram bem a calhar para os consumidores assustados.
Atualmente Charlie abre hoje cinco lojas por mês e pretende,
agora, transformar sua loja em uma marca, para poder exportar para o Oriente
Médio e para a América do Sul. Ele acredita ser possível abrir 5.000 lojas por
todo o mundo nos próximos anos.
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
O Homem mais Rico da China
O dono do maior site de busca da China, Robin Li é o
homem mais rico da China. O empresário dono do Baidu, "Google Chinês", tem patrimônio de USD 12,2
bilhões de dólares.
Atualmente a fortuna de Robin Li está ligada ao preço das
ações da sua empresa Baidu e nos últimos seis meses valorizaram 70%. Um dos
principais motivos desta valorização foi devido a compra da 91 Wireless, uma
loja de aplicativos para smartphone por USD 1,8 bilhão de dólares.
Formado em Pequim, ele foi para os EUA em
1991 e cursou mestrado. Dez anos depois, voltou à China e criou o Baidu, que
lidera o mercado de buscas na internet do país com participação de mais de 80%.
Assinar:
Postagens (Atom)