segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Bilionários donos da WEG


Mais três brasileiros entrarão para o ranking anual dos bilionários, segundo a "Forbes". Os donos da WEG (Eggon,  João da Silva, Werner Ricardo Voigt e Lilian Werninghaus) devem integrar a lista das maiores fortunas do país no ano que vem.

A empresa tem sede em Santa Catarina, onde produz equipamentos e componentes eletrônicos. De acordo com a "Forbes", o valor de mercado da WEG é estimado em R$ 19,9 bilhões (US$ 8,46 bilhões).

Juntos, Eggon João da Silva, Werner Ricardo Voigt e Lilian Werninghaus (viúva de Geraldo Werninghaus, sócio-fundador da empresa) detêm 50,1% da WEG por meio de uma holding, a WPA Participações e Serviços. O patrimônio de cada um deles chega a US$ 1,4 bilhão, o que os qualificaria para o ranking da "Forbes".

A empresa não confirmou os dados sobre as fortunas de seus donos.

sábado, 7 de dezembro de 2013

Empreendedor fica Bilionário vendendo Bugingangas


O empreendedor americano Charlie Chanaratsopon provou que o modelo de negócios de importar produtos baratos da Ásia e revendê-los no  Estados Unidos por um preço pelo menos três vezes maior pode mesmo ser um bom negócio. Em menos de dez anos, o fundador da rede americana Charlie Charming já é dono de 284 lojas de acessórios de moda, em 40 estados americanos, avaliadas pelo mercado em mais de USD 1 bilhão de dólares. Segundo a revista Forbes, sua renda líquida já é superior a USD 500 milhões de dólares e, até 2018, ele deve conseguir entrar para o grupo de bilionários da revista americana.

Charlie cresceu vendo seus pais administrarem a Silver Express, uma pequena empresa que comprava semi-jóias de prata esterlina da Tailandia e as revendiam para grandes lojas de varejo como o Walmart, Target, K-Mart etc. Depois de se formar em finanças e de um curto período trabalhando em um banco de investimentos, o empresário resolveu ajudar o pai a encontrar um novo local para sua loja.

Convencido de que construir um novo local seria melhor do que alugar um, supervisionou a construção de um pequeno centro comercial. Os espaços que colocou para alugar foram preenchidos tão rapidamente que ele resolveu investir no negócio: em dois anos e meio, construiu sete desses complexos.

Se ele já era dono dos espaços, por que não abrir uma loja própria? Assim surgiu a primeira Charming Charlie, inaugurada em 2004. A proposta é simples: acessórios estilosos imitados das grandes marcas a preços muito baixos, todos trazidos da Ásia, principalmente da Tailândia.

As lojas Charlie Charming vendem relógios, bolsas, óculos, lenços e até algumas peças de roupas. Os itens são separados por cores, e não por produto. Isso incentiva os compradores a perceberem possíveis combinações e levarem mais de uma peça. Os preços começam em cinco dólares e raramente ultrapassam os 25. A peça mais cara da loja é uma bolsa de mão para festas (clutch, para os escolados no dicionário da moda), que sai por 40 dólares.

A primeira loja foi um sucesso e, com tantos outros espaços para inaugurá-las, a expansão foi rápida e fácil. A crise de 2008, que quebrou tantos empresários americanos, na verdade ajudou Charlie Chanaratsopon. Os donos de terrenos estavam loucos para vendê-los, e ninguém, além de Charlie, queria comprá-los. Além disso, baixos preços de seus produtos vieram bem a calhar para os consumidores assustados.

Atualmente Charlie abre hoje cinco lojas por mês e pretende, agora, transformar sua loja em uma marca, para poder exportar para o Oriente Médio e para a América do Sul. Ele acredita ser possível abrir 5.000 lojas por todo o mundo nos próximos anos.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

O Homem mais Rico da China


O dono do maior site de busca da China, Robin Li é o homem mais rico da China. O empresário dono do Baidu, "Google Chinês", tem patrimônio de USD 12,2 bilhões de dólares.

Atualmente a fortuna de Robin Li está ligada ao preço das ações da sua empresa Baidu e nos últimos seis meses valorizaram 70%. Um dos principais motivos desta valorização foi devido a compra da 91 Wireless, uma loja de aplicativos para smartphone por USD 1,8 bilhão de dólares.

Formado em Pequim, ele foi para os EUA em 1991 e cursou mestrado. Dez anos depois, voltou à China e criou o Baidu,  que lidera o mercado de buscas na internet do país com participação de mais de 80%.

sábado, 30 de novembro de 2013

Silk Road, maior mercado online de venda de drogas


O homem acusado pelo FBI de ser o criador e administrador da bilionária loja virtual de compra e venda de drogas ilegais Silk Road foi preso em São Francisco no dia 01 de Outubro de 2013. Ross Ulbricht, 29 anos, conhecido como Dread Pirate Roberts criou o Silk Road que era um mercado negro on-line que para não ser vistoriada era operada como um serviço encoberto pela rede Tor de computadores cujos servidores ao redor do mundo garantem a proteção da identidade de seus usuários, e as operações eram exclusivamente pagas com a moeda virtual criptografada que funciona sem uma entidade monetária central, Bitcoin.

O Silk Road website foi lançado no começo de 2011. Os compradores podiam registrar-se no site de graça, mas o vendedor era obrigado a adquirir novas contas por meio de leiloes para mitigar a possibilidade de indivíduos mal intencionados distribuírem mercadorias danificadas. 

A maioria dos produtos vendidos no Silk Road são consideradas como drogas entorpecentes, podendo citar Heroina, LSD, Cocaína, maconha e outras drogas. 

Muitas pessoas consideravam a Silk Road como a Amazon das drogas ilícitas. De acordo com o FBI do período de 03 de Fevereiro de 2011 a 23 de Julho de 2013 houve 1.229.465 transações completas no Silk Road tendo um faturamento de USD 1,2 bilhões de dólares e USD 79 milhões de dólares em comissões, comissão que variava de 8% a 15% dependendo do valor da transação,  para Ross Ulbricht e envolveu 146.946 compradores e 3.877 vendedores. O Silk Road coletou no período 9.5 milhões de Bitcoins em revenda tendo em circulação 11,75 milhões de Bitcoins em circulação. Primeiramente Ross Ulbricht era o único beneficiário das comissões geradas pelas vendas no site, recebidas em milhares diferentes.

Sergey Galistskiy o Bilionário apaixonado por Futebol




Bilionário Self Made Man Sergey Galistskiy

O Bilionário russo Sergey Galistskiy levou menos de 2 décadas para construir a varejista lider na Russia OAO Magnit. Criado em 1994, o negocio de Galistskiy, 46 anos, cresceu rapidamente se tornando a varejista alimentícia com a maior lucratividade do mundo e com um valor de mercado de USD 31 bilhões.  Sem nenhuma aquisição, atualmente a Magnit tem 6.880 lojas de conveniência, 152 hipermercados e 677 lojas de cosméticos que geram um faturamento anual de USD 18 bilhões de dólares. Segundo o analista da VTB Capital Nikolay Kovalev a Magnit evitou gastar capital com aquisições e construiu todas as suas lojas do zero o qual o fez se tornar a maior varejista da Russia.

Com toda a sua fortuna Sergey Galistskiy criou em 2008 o time de futebol FC Krasnodar no qual desde então já gastou mais de USD 250 milhões para levar o time no nível para competir com os times Spartak Moscow e Zenit St Petersburg. Atualmente o time KC Krasnodar tem entre os seus jogadores quatro brasileiros.

Com uma fortuna pessoal de USD 13,9 bilhões, Sergey Galistskiy é a 70 pessoa mais rica do mundo sendo a lista da Bloomberg.

sábado, 3 de agosto de 2013

George Soros no Brasil


O megainvestidor húngaro George Soros, dono de uma fortuna de US$ 19,2 bilhões, é conhecido por suas tacadas de sucesso no mundo das finanças. Foi graças a apostas bem sucedidas no mercado futuro que ele ganhou fama de Midas das Finanças. Mas, além das jogadas nas bolsas de valores, Soros também possui um pé na chamada economia real. Inclusive no Brasil, onde já atua no segmento de etanol e energia por meio da Adecoagro, empresa baseada na Argentina, e que está investindo US$ 1 bilhão no Brasil. Nos últimos dias, a equipe comandada por Soros dará o pontapé inicial em outro negócio no Brasil: a provedora de banda larga On Telecom, com a tecnologia de última geração 4G. 
 

A empresa On Telecom é resultado de uma associação com os investidores Fares Nassar e Zaki Rakib controladores da Sunrise, que atuava como operadora de tevê por assinatura em São Paulo. O investimento previsto para a On deve atingir a cifra de R$ 500 milhões. O serviço começou a ser ofertado em 1º de março em Itatiba, um dos polos industriais do interior paulista, com uma população de 100 mil habitantes. Apenas no primeiro mês de testes a companhia adicionou dois mil usuários à sua base de clientes.
 

Nos Estados Unidos o investidor George Soros comprou nos ultimos meses uma consideravel fatia da companhia de Marketing Multinivel Herbalife, se tornando um dos maiores acionistas desta empresa. Outro grande investidor da Herbalife é o tambem bilionário Carl Icahn.

terça-feira, 2 de julho de 2013

Xaviel Niel o bilionário empreendedor da Internet


O empresário multimilionário self made man da internet de origem francesa Xavier Niel concluiu só o ensino médio num subúrbio proletário de Paris. Hoje, ele ataca frontalmente as classes estabelecidas do país e a elite empresarial.

Atualmente segundo a revista Forbes, Xavier Niel tem uma fortuna de USD 6,6 bilhões. Considerado por muitos como um empresário visionário polemico e oportunista, Xavier Niel ficou multimilionário disponibilizando a internet para milhares de consumidores franceses com o seu provedor de serviços e a sua empresa de telefonia celular de baixo custo.

Xavier Niel é um homem simples, que gosta de jeans e camisas com colarinho aberto. Niel cresceu num lar de classe média na zona sudeste de Paris. Seu pai era consultor de patentes farmacêuticas, e sua mãe era contadora. Aos 13 anos, o pai lhe comprou seu primeiro computador, um Sinclair ZX81.

Em 1993, aos 25 anos, Niel criou o primeiro provedor de internet da França, o WorldNet, que vendeu por mais de US$ 50 milhões, logo antes do estouro da bolha da web.

Em 2002, sua segunda empresa de serviços para a internet, a Free, vendeu o primeiro pacote triplo mundial com telefone, televisão e internet. O serviço Freebox custava a partir de € 29,99 (cerca de US$ 39) por mês, um terço a menos que o preço comum.

A empresa é o segundo maior provedor de serviço da internet francesa. Em janeiro de 2012, ele criou a Free Mobile, que se tornou a quarta operadora francesa de celular. A Free vendia um cartão SIM sem exigência de vínculo e com oferta ilimitada de ligações, mensagens de texto e acesso à internet por € 19,99 (US$ 26) por mês, metade da tarifa do mercado.

Isso ocorreu depois que três grandes operadoras foram incapazes de convencer a Comissão Europeia a bloquear a licença de telefonia celular da Free. Acredita-se que, desde a criação da Free Mobile, essas operadoras já tenham perdido milhões de euros em lucros, já que todas elas criaram novos planos de baixo preço para concorrerem.

A Free Mobile arregimentou 5,2 milhões de clientes durante seu primeiro ano de atividade, ocupando quase 8% do mercado francês de telefonia celular.

A nova empreitada elevou em 49% o faturamento anual da holding de Niel, a Iliad, chegando a € 3,2 bilhões (US$ 4,2 bilhões) no ano passado.

Em partes da França, Niel continua polêmico. Na década de 1990, sua empresa criou um serviço de tele sexo. Em 2004, ele foi detido pela acusação de exploração qualificada do lenocínio, por ser sócio de uma rede de casas de strip tease. Uma delas era fachada para prostituição.

As acusações de exploração do lenocínio foram arquivadas, mas Niel foi condenado por ocultar o desvio de fundos corporativos. Recebeu pena de dois anos com direito a sursis (suspensão condicional da pena), mas não sem antes passar quatro semanas na prisão. "Já fiz muita coisa estúpida na vida", disse Niel. "Essa foi a mais estúpida."

Há dez anos, este empreendedor bilionário investe dezenas de milhões de euros em start-ups tecnológicas. A cada semana, investe em mais duas.