quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Livro- Jeff Bezos - Nos Bastidores da Amazon

O livro escrito pelo jornalista Richard L. Brandt não teve o consentimento de Jeff Bezos para ser escrito. Tanto que não há nenhuma declaração do fundador da Amazon na obra.
Nos Bastidores da Amazon, que tem o nome original One Click (Um clique) retrata que Bezos, como outros da área de tecnologia, começou como nerd, mas conseguiu se tornar um empresário genial com os concorrentes e parceiros.
A habilidade para os negócios de Bezos resultou no sucesso da Amazon.

Serra Pelada voltará a produzir ouro em 2012

A empresa de mineração canadense Colossus Minerals Inc. conquistou a permissão para explorar a área

Quase 20 anos depois de o governo fechar aquela que foi a maior mina de ouro a céu aberto do mundo, a exploração de Serra Pelada, no Pará, será agora toda mecanizada. A empresa de mineração canadense Colossus Minerals Inc., associada à Cooperativa de Mineração dos Garimpeiros de Serra Pelada (Coomigasp), conquistou a permissão para explorar a área.

Os primeiros levantamentos feitos em uma parte do terreno de 100 hectares com permissão para ser explorada indicou a presença de, pelo menos, 50 toneladas do metal. Esse número deve ser atualizado pela empresa em janeiro, e a expectativa dos ex-garimpeiros é que o volume seja bem maior, já que a própria mineradora informou que o potencial de novas descobertas na propriedade é elevado.
"É basicamente ouro amarelo, paládio - que é um ouro branco -, prata e platina. Sendo que a incidência menor é de platina, mas, em compensação, o preço é dobrado em relação ao preço do ouro", explicou Antônio Ferreira Milhomem, diretor da cooperativa.
A antiga mina, que na década de 1980, foi alvo da maior corrida a metais preciosos da história da América Latina, chegou a ser conhecida como “formigueiro humano”, com mais de 80 mil garimpeiros trabalhando ao mesmo tempo. O ouro retirado deveria ser vendido exclusivamente à Caixa Econômica Federal. Na época, foram extraídas cerca de 40 toneladas do metal precioso, sem contar o que foi vendido clandestinamente. O grande buraco que os trabalhadores cavaram é hoje um lago com mais de 100 metros de profundidade.
Até a entrada em operação, a multinacional canadense terá investido R$ 320 milhões na construção da mina subterrânea, batizada de Nova Serra Pelada. O lucro, no entanto, será contado em bilhões de reais. Segundo o acordo feito entre a Colossus e a Coomigasp, que levou à criação da Serra Pelada Companhia de Desenvolvimento Mineral (SPCDM), 25% do lucro serão repartidos com os mais de 38 mil ex-garimpeiros da região associados à cooperativa e o restante ficará com a multinacional.
Para esses trabalhadores, que depois do fechamento da mina, há duas décadas, passaram a viver de bicos ou da renda que conseguiram com a venda do ouro, a retomada da produção em grande escala em Serra Pelada é a esperança de uma vida mais tranquila financeiramente. Pouquíssimos conseguiram enriquecer na época e, entre eles, raros souberam investir o que ganharam. Agora, organizados em cooperativa, esperam ganhar o suficiente para viver melhor.

ALL, Triunfo e Vetorial criam empresa em mineração e logística

Nova companhia atuará na exploração, beneficiamento, transporte, comercialização e exportação de minério de ferro

As empresas de logística ALL e Triunfo Participações e a mineradora Vetorial anunciaram nesta segunda-feira a formação de uma joint venture, a Vetria, para criar um sistema integrado mina-logística-porto.

Segundo fato relevante conjunto, a Vetria "atuará na exploração, beneficiamento, transporte, comercialização e exportação de minério de ferro por meio de um porto privado a ser construído em Santos (SP)".
A ALL terá 50,38 por cento da Vetria, enquanto a Triunfo ficará com 15,79 por cento e os acionistas da Vetorial com 33,83 por cento.
"Para criar a solução integrada mina, logística e porto, a Vetria estima ser necessário investir aproximadamente 7,6 bilhões de reais", informaram as empresas, acrescentando que os recursos serão obtidos no mercado financeiro e com eventuais parceiros estratégicos.

Hedge-Fund Millionaire Diggle Bets on Farmland

Stephen Diggle, who co-founded a hedge fund that made $2.7 billion in 2007 and 2008, plans to open his personal farmland portfolio to investors and start a fund that will trade life-sciences companies.
Diggle will transfer the farm assets from his family office to Singapore-based Vulpes Investment Management, which he set up in April after liquidating his previous firm’s volatility (VIX) funds. Diggle’s family also holds “significant stakes” in life sciences, including biotechnology companies, which will be moved to a fund he plans to set up next year, the 47-year-old said.
“Everything that we are investing in personally is available to investors,” Diggle said in an interview. “We have got capital committed, we are focused on a number of things where we think there’s a compelling opportunity to make money.”
Diggle is widening his new firm’s investments after starting a volatility fund in May and taking over the Russian Opportunities Fund and Testudo Fund from Artradis Fund Management Pte, which he and co-founder Richard Magides closed in March. Once Singapore’s biggest hedge-fund manager, Artradis’s funds, which sought to profit from price swings, lost $700 million as volatility declined in 2009 and 2010.
“The one thing I didn’t want to do was to spend the rest of my life talking about how great 2008 was,” Diggle said. “You have to move on and find new challenges. That’s what gets you up in the morning.”

Volatility Cost

Vulpes, which focuses on alternative investments, started its long Asian volatility and arbitrage fund, LAVA, on May 1 with $30.5 million, of which $30 million was the founding partners’ money. The fund size has increased to about $50 million after some of Artradis’s former clients returned to invest Diggle. The fund has gained 6 percent since May, he said.
LAVA seeks to produce returns that aren’t correlated with the market by trading instruments that thrive on volatility, such as options, warrants, and convertible bonds. The fund uses strategies such as arbitraging or profiting from disparities in the price of similar securities simultaneously traded on more than one market, and tends to work well when markets go down.
“The cost of being long volatility on a daily basis as a buy and hold strategy is not going to make money in the next few years,” Diggle said. “You have to be more deft in your timing and more selective in what you own.”

Farmland Transfer

Diggle plans to transfer ownership of his farmland into a holding company, in which outside investors can hold shares, he said. Vulpes, which currently manages about $200 million, will own and operate the company. After buying farms in Uruguay and Illinois, as well as a kiwi-and-avocado orchard in New Zealand, he plans to pour money into Africa and eastern Europe as global food prices soar.
The value of farmland in the U.S. has probably gained 20 percent to 30 percent in the last two years, while Diggle’s investments in Uruguay may have risen 50 percent as sheep and cattle prices almost doubled in Latin America this year, he said.
Agriculture would be the “single most interest opportunity over the next 10 to 20 years,” Diggle said.
Vulpes favors investments in metals, energy and food, and “dislikes” government bonds, he said.
“Being long stuff in the ground is going to be a better place to be than holding pieces of paper,” Diggle said.
The firm’s Testudo Fund, which is heavily invested in precious metals and the mining industry, has gained 2.5 percent this year. The Russian Opportunities Fund has declined about 10 percent in the same period.

‘Biggest Risk’

Governments and their policies represent the biggest threat to investors, he said. “The biggest risk will come from governments: government interference in markets, government debt and government manufacturing of paper money to pay off the debt,” he said.
Diggle said he’s focusing on “new exciting commercially viable technology” in the life sciences industry that will find cures for illnesses including cancer and Parkinson’s disease.
“We certainly see a lot of interest by big pharma in small innovative biotechnology,” Diggle said. “If we can find those small new exciting biotechnology companies before big pharma gets to them, there’s a big uptick in terms of valuation if they can prove their work.”

Investidores compram participação na Vanguarda Agro

A Vanguarda Agro informou hoje na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) que a Bonsucex Holding Ltda e o acionista Silvio Tini de Araújo passaram a deter uma participação conjunta de 5,60% das ações ordinárias nominativas do capital social da companhia.
A companhia, formada este ano após a incorporação da Vanguarda do Brasil pela Brasil Ecodiesel, é uma das maiores produtoras agrícolas do país com cerca de 280 mil hectares de terras cultivados com soja, milho e algodão no Cerrado brasileiro.

Sex Toy Designer Screaming O Pushes Past Novelty Shops into Walgreens Aisles

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Na última semana do ano, Eike Batista cria mais uma empresa

Em parceria com a Newrest, grupo EBX anunciou o nascimento da NRX-Newrest - companhia do setor de prestação de serviço alimentar, apoio operacional e limpeza

O grupo EBX, do empresário Eike Batista, e a Newsrest anunciaram, nesta terça-feira, uma joint-venture para a criação da NRX- Newrest.

A nova empresa vai atuar no segmento catering aéreo e ferroviário, prestação de serviços de alimentação e apoio operacional onshore e offshore e limpeza.
Segundo nota divulgada pelo grupo EBX, a nova companhia vai atender o mercado nacional, que hoje movimenta 13 bilhões de reais.

"Vamos elevar para outro patamar esse mercado em expansão no Brasil, com serviços de qualidade, eficiência e custo adequado", disse Eike, em comunicado.

Nos próximos cinco anos, a NRX deve contratar cerca de 1000 profissionais e o objetivo é se tornar um dos maiores players desse mercado.

O grupo Newrest está presente em 46 países e tem atualmente cerca de 17.500 funcionários. A companhia soma receita de 800 milhões de dólares anualmente.